domingo, 17 de maio de 2009

Quem saberá?

Seríamos mais felizes...
Se não hovesse tanta mesquinharia e preconceitos,
Se houvesse mais tolerância.

Não precisaria derramar tantas lágrimas,
Nem destruir tantos sentimentos.
Queria voltar vez em quando e deitar entre os três.
As coisas mudam em rítimos e direções diferentes
Só eu que não entendo e nem aceito!
Valores, ensinamentos... todos praticamente perdidos
Não se sabe o que hove com a raíz,
Mas os frutos estão quase perdidos e só ele tem a saída...
Mostre-nos!!! Estamos esperando também.
Responde por favor...

Além dos olhos

O filme passa em horas inusitadas com cenas do pretérito,
Agora com raiva por querer ter e não poder,
Por relembrar; onde eu estava, com quem estava?
Vivendo por eles e não por mim
Vencendo, perdendo, passando por cima e por baixo,
Deixando de viver...
E não seria esse o melhor para todos?

Não saber do que agora sei,
Não conhecer o que agora conheço,
Não sentir o que agora pulsa em mim.
Às vezes quero me tornar a mesma
E às vezes sinto vontade de ver no que vai dar.
Não sei se é medo.
Talvez medo de perder e de demorar pra achar.
Me sinto só.
Mas somente por não tentar ver além dos olhos.

Invasão de privacidade

Fumaça de palavras,
Histórias inventadas,
Um espelho denunciante,
Um interior explícito.
Queima!!
Esconde-se para revelar algo verdadeiro,
Sentido na pele, na alma.
Meu sentimento contado num papel para todo mundo ver,
Mas ninguém saber.

Um pouco de mim...

sábado, 16 de maio de 2009

(???)


Existem dois mundos aqui...
Talvez eu não saiba defini-los.
Nem onde começa ou termina cada um deles.
Mas às vezes percebo os conflitos que surgem do nada.

Os pés foram fincados no chão por quem nem ao menos está por perto.
Mas esqueceram de fazer o mesmo com os sentimentos.
E não se pode voar estando acorrentado por expectativas que nem te pertencem.
Sinto sede do novo e de novo, quem me dará de beber?

As fontes que busco estão secas ou racionadas,
O meu eu foi guardado antes de pegar a 232
Rumando em direção ao que julgava ser correto.
Eu ainda nada provei...
E nunca voltei pra me buscar.

O tênis branco amarelou-se e está murcho o sonho;
Procuro, onde estou, detalhes de coisas que deixei para trás
Nada encontro nem aqui nem em qualquer outro lugar.