sexta-feira, 30 de março de 2012

Você quer ter sucesso?

Todo mundo quer! Mas este texto ilustra bem quem vai e quem não vai ter sucesso na vida. Confira:


     Uma pessoa de sucesso está lendo, estudando, trabalhando, enquanto
muitos, que reclamam da falta de sucesso, assistem novelas, filmes,
estão em barzinhos, fazem do sofá um albergue. Gosto muito desse
pensamento. Todo mundo trabalha no horário normal. As pessoas de
sucesso não perdem tempo, elas fazem tudo muito rápido e com
qualidade, para sempre terem tempo para receber mais trabalho. Elas
sabem que isso que fará a diferença na carreira. Quem faz corpo mole,
ou precisa sempre de empurrão para trabalhar, provavelmente, não terá
espaço no mercado de trabalho, altamente competitivo. Demorei,
praticamente, oito anos para receber algo em troca que valesse à pena
permanecer no trabalho. Vejo, hoje, muitos jovens querendo que as
coisas aconteçam da noite para o dia. Recebem um pouco mais de
trabalho e já querem ganhar mais por isso. O sucesso não é linear. Ele
é íngreme, cheio de curvas e precisa-se de muito suor para
conquistá-lo.





Fico triste por ver pessoas com potencial querendo as coisas antes do
tempo. Elas jogam  fora carreiras que poderiam ser brilhantes se
esticassem um pouco mais a realização dos seus sonhos. Elas querem
ganhar mais, ter um carro, uma casa, mas não querem esperar o tempo
certo, até terem a competência plena para darem os resultados que as
empresas precisam.

Tenho convicção de que todos podem dar mais, todos os dias. Acredito
que muitos se tornarão estrelas em pouco tempo, mas, para isso, terão
que aguentar enquanto não brilharem tanto.

Gente fera mesmo, que vai vencer na vida sabe que o sucesso é
construído à noite. Enquanto a maioria reclama do dia de trabalho, ou
gasta o tempo com coisas inúteis, as pessoas de sucesso buscam
conhecimento e projetam o trabalho que farão no dia seguinte. Assim,
ganham tempo e conseguem aproveitar cada segundo da vida. O sucesso
não é conquistado num momento. Ele acontece a cada instante que damos
o nosso melhor, e esse melhor tem que ser melhor do que os outros
estão fazendo.





Tem gente que diz que não lê em casa, não trabalha em casa para ficar
com a família. Se isso fosse verdade até seria uma boa justificativa.
O problema é que a maioria chega em casa, se joga no sofá e diz não ao
filho quando ele pede: “papai, mamãe, vamos brincar?”, ou quando o
cônjuge diz: “amor, vamos namorar?”.

Sucesso é conseguir equilibrar a vida corrida que temos hoje fazendo
tudo o que gostamos. Trabalhar nunca tirou o tempo de ninguém, a não
ser daqueles que perdem tempo fazendo o que não precisa ser feito.

Claro que todo mundo precisa descansar. É ótimo chegar em casa em se
espichar no sofá. Mas, o legal mesmo é se espichar no melhor sofá, e
chegar na casa própria, com um belo carro, com os filhos na escola
particular, vestindo boas roupas e bons tênis. Sucesso é ter tudo isso
sem deixar de rolar na grama com as crianças, e de sair, vez ou outra,
com a parceira ou parceiro para jantarem sozinhos, e quem sabe até
esticar a noite.

Vale à pena esperar quando a gente sabe que os frutos estão vindo. É
só jogar as sementes, pois o canteiro está bem adubado. Agora é só
regar, regar, e cuidar para que as sementes germinem. É muito bom
olhar para trás e poder: “Puxa, foi muito bom ter batalhado tanto,
pois hoje estou melhor do que ontem”.


Professor Paulo Sergio - Contador, Consultor, Escritor e Palestrante nas áreas de Treinamento e
Desenvolvimento Pessoal e Profissiona

Desvendando o Código da Liderança

As fórmulas para se tornar um bom líder funcionam? O que dizem os psicólogos e sociólogos? Quais as principais teorias e pesquisas já realizadas? Descubra conosco.

Por Michelle Veronese, Revista Administradores

(...)

O poder das circunstâncias

George Kohlrieser, diretor do Programa de Liderança e Comportamento Organizacional no prestigiado IMD (International Institute for Management Development), defende que liderança não é um talento nato e, sim, uma capacidade que pode ser desenvolvida. "Ela costuma ser melhor aprendida durante infância, a partir de modelos positivos, ou quando o indivíduo tem uma história de vida que incentiva a boa liderança", afirma o especialista. "Além disso, a necessidade e as circunstâncias também podem contribuir para formar bons líderes", diz ele.

(...)


As circunstâncias adversas, por sinal, são essenciais na hora de avaliar a capacidade de liderança. Quando o imprevisível dá as caras e todos os fatores estão contra o grupo, muita gente se pergunta: como comandar com sabedoria? "Nessas horas, o mais importante é manter uma atitude positiva, procurando por oportunidades à sua volta. Os grandes líderes fazem isso: eles estão incansavelmente buscando meios de aprender com as crises", explica George Kohlrieser. Segundo ele, nesses momentos, é preciso também inspirar confiança, envolver todos na solução do problema e não abrir brecha para o desespero. "A pior atitude é se deixar controlar pelo medo e se tornar negativo. Isso impede o aprendizado e pode levar a mal entendidos e à perda de confiança", afirma.

Nas crises ou fora delas, a qualquer tomada de decisão, os líderes correm um risco constante: errar. Mas, calma lá!, não estamos dizendo que não se pode errar. Todos têm o direito de cometer erros. Mas quem está no comando só pode se enganar até certo ponto. "Os grandes erros estão ligados ao descontrole emocional e a atitudes muito radicais. São comuns quando a pessoa observa apenas a crise e o momento, deixando de ter uma visão sistêmica. Por isso, no caso de uma crise, é importante analisar a decisão, onde ela irá impactar e quais oportunidades ela poderá trazer", explica Artur Diniz, fundador e CEO da Crescimentum e autor do livro Líder do Futuro - a transformação em líder coach. E, se mesmo assim um erro for cometido, vale colocar em prática o que diz George Kohlrieser: "Os melhores líderes aprendem muito mais com seus erros do que com seus acertos, desde, é claro, que os erros não se repitam e que a pessoa realmente aprenda a lição."

O fator humano

Educação, personalidade, circunstâncias, crises, erros e acertos. Tudo isso conta na formação de um líder. Mas, talvez, nenhum fator seja tão importante quanto as relações humanas. Afinal, o modo de se relacionar com os liderados pode ser determinante para o sucesso ou não de uma liderança. Nesse quesito, o primeiro alerta dos especialistas é ficar atento às mudanças que marcaram a sociedade e, assim, evitar seguir modelos de liderança que estão ultrapassados. "Há mais de 30 anos, quando meu pai liderava a empresa, ele vivia numa sociedade em que o homem mandava e a mulher e os filhos obedeciam. As pessoas eram, por isso, treinadas para obedecer. O líder de sucesso era aquele autoritário, que sabia mandar e nunca era questionado", conta Artur Diniz.

As relações familiares mudaram – mulheres passaram a trabalhar, o homem deixou de ser o chefe da casa e o diálogo começou a ser visto como o melhor caminho para a tomada de decisões. Segundo Artur Diniz, essa transformação da sociedade se refletiu nas organizações, influenciando diretamente a relação entre chefes e subalternos. "Em casa, as crianças são treinadas a questionar, a argumentar e a não aceitar ordens sem uma razão clara. Isso se refletiu nas relações de trabalho, onde as pessoas já não aceitam mais o líder que manda, grita e exige que todos obedeçam sem abrir espaço para o diálogo", explica o especialista.

Líderes déspotas e autoritários ficaram para trás. Distribuir ordens aos gritos, impor decisões, esconder informações também são atitudes do passado. E não adianta ir contra a maré. Quem sabe, no futuro, os dados coletados pelos pesquisadores da Universidade de Reading confirmem isso e apontem o novo caminho: visão e inspiração diferenciam um grande líder dos demais. "Os grandes líderes têm visão. E ter visão é se preocupar em transformar os indivíduos, o time, a organização e o mundo num lugar melhor. Dessa maneira, eles inspiram os outros a enfrentar o que for necessário para alcançar os objetivos", afirma George Kohlrieser.


Você, líder
 
Faça uma autoavaliação

No time de futebol, no grupo de amigos, na família, no lazer... Em qualquer grupo há espaço para líderes. Segundo David Urlrich, quem está no comando deveria fazer um simples exercício diário para avaliar como tem se saído. "Separe dez minutos do seu dia e pergunte a si mesmo: você tem consciência de quem está liderando e de como suas ações afetam essas pessoas? Você está se tornando um líder melhor com o tempo? Está cumprindo os planos que traçou?", aconselha o especialista.

Aprenda a reconhecer um ditador

Cada líder tem um estilo próprio, mas, dependendo da maneira como age no dia a dia, pode ser classificado como democrata, burocrata ou ditador. Chefes abertos ao diálogo e que costumam ouvir o que os funcionários têm a dizer fazem parte do primeiro grupo. Já aqueles que seguem ao pé da letra uma metodologia estão mais próximos dos burocratas. Os ditadores, por sua vez, são inconfundíveis. Eles se recusam a ouvir os demais, não aceitam erros e não admitem que suas decisões sejam questionadas.

Os reis da escola

Em 1998, uma pesquisa americana com 160 estudantes identificou alguns traços comuns na personalidade daqueles que se tornavam líderes. Os jovens mais dominantes, confiantes na própria capacidade e inteligentes eram frequentemente identificados como líderes por seus colegas. Esses traços, segundo os pesquisadores, não garantem que um jovem irá se tornar um líder, mas indicam uma forte possibilidade de isso ocorrer. 

Dois passos para ser um líder melhor

David Ulrich, autor do Código da Liderança e considerado uma das maiores autoridades mundiais em gestão de recursos humanos, dá mais dois conselhos para quem está na invejada e desafiadora posição de comando.

Pense...

"Os líderes raramente pensam sobre liderança e não desenvolvem seu próprio ponto de vista sobre o assunto. É preciso se perguntar: que valores você quer enfatizar, que potenciais você tem a oferecer, que experiências o levaram a esta posição e, o mais importante, como você está criando valor para outras pessoas. Sem esse último item, não se pode ser um líder de sucesso."

... e se comunique

"Para uma mudança dar certo, o segredo está na comunicação. Um líder não pode esperar ser seguido sem comunicar às pessoas os seus planos e qual papel delas nas mudanças que estão a caminho. E um detalhe: a mensagem deve ser repetida de cinco a seis vezes, pelo menos, para que seja realmente absorvida." 



Esta reportagem foi publicada originalmente na revista Administradores.





domingo, 13 de março de 2011

Equipes imbatíveis: os segredos para o sucesso do trabalho em conjunto

Profissionais trabalham melhor em ambientes de liberdade, respeito e comprometimento. Saber delegar as responsabilidades corretas é o grande desafio do líder.


Por Daniel Rodrigo Bastreghi


(...)

Você possivelmente conhece a diferença entre um simples grupo e uma equipe. O primeiro é composto por pessoas trabalhando de modo independente. Não há interação produtiva, mas, no máximo, uma simples distribuição de afazeres. Elas não interagem buscando explorar suas diferenças, competências individuais e criar sinergia. Já em uma equipe, os membros são interdependentes. A interação busca otimizar resultados e o trabalho é distribuído de acordo com as competências individuais.


Equipes florescem em ambientes de liberdade, respeito e comprometimento. A estrada para transformar um grupo em uma equipe é composta por:


• Ambiente de inclusão e respeito à individualidade, diferenças culturais e diferentes conhecimentos técnicos;


• Um sistema ágil de trabalho que coloque ordem na produção, porém flexível de modo que permita inovações, exceções e melhorias. Ou seja, uma ferramenta, não um molde;


• Uma liderança baseada em confiança e valores propagados e verdadeiramente aceitos pelo grupo;
Tolerância a erros;


• Delegação de responsabilidades.

É necessário delegar sabiamente para que se atinja o máximo da eficiência de uma equipe. Aposto que você já sabe disso. Mas quando e por que delegar? Geralmente, delegamos quando:


• Estamos totalmente sobrecarregados;


• A tarefa nos é desagradável;


• Somos tecnicamente despreparados;


• Estamos inseguros;


• O resultado da tarefa traz riscos que não queremos assumir.


Como se pode notar, estes não são os melhores motivos para se delegar algo importante. Quando a delegação baseia-se nestes itens, ocorre a delegação de tarefas e não de responsabilidades. Para dar um passo em direção a solução, primeiramente, é importante entender a diferença monumental entre delegar responsabilidades e delegar tarefas.


Quando você delega tarefas, está automaticamente tomando para si a responsabilidade de gerenciar o resultado do trabalho alheio, a fila de tarefas, as prioridades e o tempo do delegado. Sua equipe se torna um monte de "mãos burras" que você tem de comandar nos mínimos detalhes. Por conseqüência, você acaba por assumir centenas de pequenas tarefas que, por serem pequenas, dão mais trabalho para delegar do que para fazer. Ao delegar tarefas você está aumentando suas preocupações ao invés de diminuí-las.


Quando você delega responsabilidades, também delega o comprometimento com o resultado, a independência de definir prioridades e de gerenciar o tempo da forma que for necessário. Você dá autonomia a sua equipe e usufrui dela por inteiro, mãos, cérebros e corações. As pequenas tarefas são automaticamente assumidas pelo delegado. Obviamente, na posição de delegante, você ainda terá de reservar algum tempo para monitorar os resultados, mas certamente seu nível de preocupação será bem menor.


Delegar responsabilidades exige grande habilidade de comunicação e bom relacionamento. O delegante deve gerar o entendimento da importância e do resultado desejado, para então obter o compromisso do delegado. Para gerar o entendimento da importância e do resultado desejado, você necessitará de autoridade e confiança mutua. Estes são os ingredientes básicos de um verdadeiro líder.


Então, sabendo que não se deve delegar tarefas, mas sim responsabilidades, podemos identificar motivos melhores para delegar. Delegue quando:


• Há alguém que dá maior importância ao assunto, vê um desafio, uma oportunidade de mostrar sua capacidade;



• Há alguém que tenha mais paixão pelo assunto, enxergando detalhes que, aos seus olhos, passariam despercebidos;


• Há alguém com capacidade técnica superior, que possa lidar com situações variadas daquele assunto.


Perceba que nesta segunda lista, o foco da análise está nas qualidades do delegado, enquanto na primeira, o foco está nas fragilidades do delegante. Para delegar inteligentemente, você deve realmente olhar para sua equipe.


Ao delegar, exponha a importância da tarefa em relação ao todo. Frise os resultados esperados, o que não pode ocorrer e as restrições de execução. Apresente os recursos que podem ser utilizados. Ensine como se deve fazer, mas deixe espaço para a criatividade e inovação. Por fim, defina rotinas de acompanhamento, conseqüências positivas e negativas em relação à obtenção dos resultados. Deste modo, você dá a liberdade necessária, respeita a inteligência e o coração do indivíduo e gera compromisso com o resultado.


Para delegar com eficiência, primeiramente, você deve fazê-lo com calma, em momento oportuno. Nada de sair distribuindo ordens de modo aleatório ou simplesmente ordenar listas, seja através de um caderno ou software. O contato humano, a atenção dedicada, o ensinar e o ouvir são suas armas para construir um relacionamento produtivo e saudável com sua equipe.


Grande parte dos conceitos deste artigo estão presentes no livro "7 hábitos de pessoas altamente eficazes", de Stephen R. Covey. Para quem busca aprofundar-se no assunto, recomendo esta leitura. Outro livro interessante é "A arte de fazer acontecer" de David Allen. Neste, o autor explica um método completo de organização pessoal. Em minha opinião, um livro complementa o outro, sendo extremamente válida a leitura de ambos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Contax compra Ability e consolida-se como empresa de customer performance.



Pra mim é um imenso prazer receber e propagar essa ótima notícia. Orgulho imenso de fazer parte desse time!

Contax compra Ability, destaque do setor de Trade Marketing no Brasil, e consolida-se como empresa de Customer Performance
Operação de aquisição dá garantias de continuidade de governança da Ability, que agora ganha o sobrenome Contax
01/09/2010


Rio de Janeiro, 01 de setembro de 2010 – A Contax, empresa líder na oferta de BPO (sigla em inglês para terceirização de processos de negócios – Business Process Outsourcing) no Brasil, anunciou hoje a compra da Ability, uma das maiores empresas do país em trade marketing – atendimento do consumidor em ponto de venda. Com isso, a Contax dá mais um importante passo na direção da consolidação de sua estratégia de ser a única empresa de serviços corporativos especializada em toda a cadeia de relacionamento entre empresas e seus consumidores, nos múltiplos canais de contato. Assim, a Contax se posiciona como um aliado estratégico para empresas, ajudando-as a maximizar seu relacionamento com os consumidores, segmento que a Contax passa a denominar de “Customer Performance”.

No mercado há 12 anos, a Ability é uma das líderes em seu segmento, sendo percebida como destaque de atuação e entrega. Seu portfólio de clientes inclui empresas como Adidas, HP, Itaú, Nokia, Philips e Whirlpool. A Ability, que alcançou um faturamento de R$ 104 milhões em 2009, com R$ 10 milhões de EBITDA, possui operações em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Curitiba, Recife e Campinas (SP) e conta com cerca de 2.700 colaboradores em todo o país. De 2007 até hoje, ganhou nove prêmios por seus resultados. Pelo contrato firmado entre as duas empresas, a Contax passa a ter 100% do capital da Ability. O valor da operação será de até R$ 82,47 milhões, com pagamento a ser efetuado num prazo mínimo de três anos e atrelado à performance da companhia.

“Com a compra da Ability, a Contax agrega a expertise de oferecer soluções de marketing aplicadas aos canais de vendas e relacionamento com clientes às suas características já reconhecidas pelo mercado”, afirma James Meaney, presidente da Contax. “Não há nenhum outro caso de empresa no Brasil ou no mundo que esteja realizando esse tipo de consolidação no setor de relacionamento com o consumidor. A Contax é pioneira nesse sentido e acreditamos que esse é um grande diferencial.”

A operação faz parte da estratégia da Contax de sempre diferenciar-se no mercado, ampliando seus horizontes e a oferta de serviços para seus clientes. Nos seus dez anos de existência, a empresa fez dois grandes movimentos nesse sentido. O primeiro ocorreu em 2005, quando a Contax reestruturou suas operações por unidades de negócios, especializadas em Atendimento, Televendas e Cobrança. Mais recentemente, em abril de 2009, a Contax criou, a partir de sua área de TI, a Todo!, um centro de integração e operação de soluções de tecnologia, com foco em soluções completas para o mercado de CRM (sigla em inglês para gestão de relacionamento com o cliente).

Agora a Contax dá início a um terceiro marco de sua história com a aquisição da Ability, que permitirá atuar diretamente no desenvolvimento, implantação, operação e monitoramento de ações presenciais nos canais de vendas e distribuição dos clientes.

No comando da Ability, nada muda: sua fundadora Tania Martins segue como presidente da empresa. “A Ability é a empresa mais eficiente do mercado de trade marketing e vamos aproveitar todas as sinergias com nosso negócio que, nesse caso, são absolutamente complementares e dedicadas à execução da cadeia de relacionamento com clientes, seja remoto ou presencial”, explica Michel Sarkis, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Contax. “Nossas sinergias são de mercado, não de custo”, complementa.

Assim, as duas empresas continuam em com vida própria, cada uma com o seu CNPJ, sua equipe, sua estrutura de executivos dedicados aos clientes. “Nossa intenção com essa operação é uma só: crescer com solidez, agregando valor aos nossos clientes”, declara Tania Martins. James Meaney afirma que a única alteração na Ability é que agora ela terá um sobrenome – Ability Contax.

Há cerca de um ano, a Contax, que hoje é líder do mercado de Contact Center e de cobrança no Brasil, vem se estruturando para ofertar serviços nos pontos de venda de clientes, a partir de uma demanda identificada no mercado. “Para cumprir a estratégia de expandir sua forma de atuação, a Contax analisou diversas empresas do mesmo segmento da Ability”, afirma James Meaney. “Ela mostrou um grande diferencial em relação à concorrência por ser a melhor de sua área.”

Para Tania Martins, Contax e Ability se complementam e têm os mesmos valores e a mesma visão de negócio. “A Ability, assim como a Contax, é movida pela busca de resultados para seus clientes, pela oferta de soluções completas para projetos, mantendo diferenciais como o atendimento ágil e personalizado, a capacidade de implantar e gerenciar ações complexas e inovadoras.”

Para Meaney, com a aquisição da Ability, a Contax tem como meta “ir além do BPO e do trade marketing, consolidando-se como uma empresa de Customer Performance, que agrega todas as formas de se comunicar com o consumidor com inteligência e presença.”

Ontem à noite, a Contax enviou um “Fato Relevante” à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) explicando a operação.

Sobre a Contax

Há dez anos no mercado, a Contax presta serviços integrados de relacionamento entre as empresas e seus clientes. A empresa atua nas áreas de terceirização de processos de negócios (BPO), implantações de soluções de TI de CRM (Customer Relationship Management), SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), recuperação de crédito e televendas. Tem 71 clientes corporativos, entre os quais estão os maiores bancos brasileiros, empresas do setor de telecomunicações, de TV por assinatura, de processamento de cartões de crédito e distribuidoras de energia elétrica. A Contax é uma das principais empregadoras do país. São 81,4 mil funcionários em 32 unidades, localizadas em sete estados do Brasil e no Distrito Federal.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Não tenha medo de errar...

Por Prof. Menegatti


Shakespeare já dizia: "nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar por simples medo de arriscar". O medo de cometermos erros nos faz cometê-los e esse é um dos maiores erros no mundo de hoje. O medo faz parte da condição humana e nos priva do nosso potencial máximo.


Segundo John Maxwell, esses são alguns dos efeitos do medo sobre nossas vidas:


1. Medo gera mais medo: o que há de mais perigoso no medo é a capacidade que ele tem de tornar as coisas ainda piores. Portanto, se você tem medo de avião, por exemplo, saiba que as chances de um avião cair são menores que a possibilidade de você morrer engasgado com um alimento. Se você tem medo de morrer num assalto, as chances de morrer praticando um esporte são duas vezes maiores. Esses são alguns exemplos de que nem sempre aquilo de que temos medo acontece. Em nossa mente projetamos desastres que provavelmente nunca acontecerão.


2. Medo paralisa a ação: um carteiro que lê a placa cachorro bravo, dificilmente entrará na casa para fazer a entrega das correspondências. Ao ver o cãozinho nas mãos do dono diz: esse é o cachorro bravo que a placa avisa? Sim diz o dono. O cachorro não afasta ninguém, a placa é que consegue fazer isso. Muitas vezes deixamos que o medo tome conta de nossa mente, nos impedindo de fazer algo que poderia nos ser útil.


3. Medo consome energia: gastamos nossa energia ao pensarmos em possíveis soluções para prováveis problemas que surjam em nossas vidas. Muitas vezes eles nem aparecem, mas nossa energia se vai da mesma forma. Diz que um homem pulou de um penhasco por causa de uma cobra. Ao ficar sabendo que ela não era venenosa disse: elas não precisam ser venenosas para me fazerem pular de um penhasco. Ficou claro que o problema do homem era o medo e não a cobra.


Não deixe que o medo se transforme em pavor e paralise suas ações e seu crescimento. Lembre-se que a única forma de se vencer o medo é fazer justamente aquilo que tememos.